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O que é Criatividade e Inovação

Curso de Criatividade Online

Como seria um curso de Criatividade?

Sua capacidade criativa pode ser desenvolvida, e existem técnicas que ajudam você a obter soluções criativas nas mais diversas áreas profissionais.
Um curso de design gráfico desenvolve a sua capacidade criativa de modo prático e divertido. Nele, além de aprender técnicas de criação, você agrega valores à sua atividade profissional, qualquer que seja a sua área, passando a produzir apresentações e trabalhos com alto grau de profissionalismo.

Criatividade e Inovação Online

Aumente e pratique sua capacidade criativa, fazendo cursos na área de design

Não basta conhecer as técnicas de criatividade, você precisa praticar para que a coisa funcione. Empregadores dos mais diversos ramos têm enviado seus funcionários para cursos nas área de design e publicidade para que aprendam as téncicas de criação usadas por esses profissionais e as transponham para as suas respectivas áreas.

Considerando que designers são famosos por suas soluções criativas, os cursos de design priorizam a prática das técnicas de criação. Além disso, mesmo que você não venha se tornar um designer profissional, o conhecimento de design gráfico seguramente será muito útil para você comunicar seus trabalhos e ideias aos seus superiores e/ou subordinados.
Considere nosso curso de design gráfico online, que trabalha a capacidade criativa dos alunos.

O que é Criatividade?

Por acaso você é daquelas pessoas que não se acham criativas? Do tipo, "eu não consigo ter boas ideias"? Se for, está na hora de você conhecer algumas das últimas descobertas feitas pela ciência.
Experimente...
Você já tinha ouvido falar de sapos pilotando motos? Ainda não? Então, vamos propor um exercício.
Relaxe em sua cadeira, fechando os olhos por alguns segundos... Em seguida, imagine um sapo, pilotando uma motocicleta. Faça isso agora mesmo, antes de prosseguir.

Conseguiu imaginar? Tenho certeza que sim! Claro que sapos não pilotam motos por aí. Também acreditamos que você ainda não havia conversado com amigos a respeito de sapos-pilotos. Se isso for verdade, o sapo-piloto, imaginado por você, foi sua criação.

Sim, você acabou de usar a sua criatividade!

Todos nascemos criativos, pois fazemos esse tipo de exercício já na infância. Só que ainda não nos tinham explicado isso como ciência...
É claro que tudo foi uma brincadeira e que um sapo pilotando uma moto, provavelmente, não resolverá nenhum problema prático da sua vida ou empresa. Mas que você criou, criou!

Criatividade Pura x Criatividade Aplicada

A esse tipo de criatividade, concebendo, com sua mente, algo nunca antes visto, sem nenhuma preocupação de que a ideia solucione algum problema prático, chamamos de CRIATIVIDADE PURA.
O que você fez, foi combinar coisas já conhecidas (imagens do sapo e da moto, sons, ...), criando algo novo sem, necessariamente, nenhuma lógica com o mundo real. Nesse momento, não importou se outra pessoa já havia pensado antes num sapo-motociclista. Se, para você, a ideia foi novidade, você criou.

Ocorre que, no dia a dia, somos obrigados a criar coisas práticas, que solucionem problemas. Trata-se de outro tipo de criatividade, que denominamos CRIATIVIDADE APLICADA.

Criatividade Pura x Criatividade Aplicada - Neurônios

Com a primeira, criatividade pura, "Papai do Céu" presenteou você. Já a segunda, criatividade aplicada, deve ser treinada. Você terá que fazer a sua parte! Fazer a sua parte, significa TREINAR. Criatividade aplicada pode ser desenvolvida a partir de muito treino e é atrás deste tipo de profissional que as empresas estão.
Seja qual for o nível dentro da hierarquia da empresa, o funcionário moderno precisa ser criativo. Já foi o tempo em que determinada habilidade garantia um bom emprego (as máquinas são muitas vezes mais hábeis que nós humanos - para tarefas específicas, é claro), como também já foi o tempo em que a competência (conhecer profundamente determinadas regras inerentes a uma atividade profissional) era suficiente. O profissional de hoje tem que desenvolver habilidades, competências (as mais variadas possíveis) e criatividade (nos referimos aqui à criatividade aplicada).

Entenda...

  1. habilidades + competências = mínimo obrigatório
  2. criatividade = seu diferencial no mercado de trabalho
  3. Profissional completo: habilidades + competências + criatividade
Criatividade Pura x Criatividade Aplicada - Curso Básico de Web Design

O Curso de Básico de Web Design prepara você, não somente para criar páginas de internet, mas, também, para ser um profissional criativo na sua área. Todos que veem os resultados maravilhosos de trabalhos de design, feitos com o uso de programas de computador, acabam fantasiando que todo o mérito é do software, como o Photoshop, CoreldRAW ou Indesign. Claro que essa ideia é equivocada.
O mérito é do designer que está por trás dos programas e do computador.

Do mesmo modo que aprender a usar ferramentas como serrote, martelo e chave de fenda, não fariam de você um marceneiro, aprender Photoshop e outras ferramentas, ainda não lhe dará o status de designer!
Os softwares, usados pelos designers, são meras ferramentas, e aprendê-las, simplesmente, fariam de você, como os designers definem, um micreiro! Micreiro é aquele que usa o computador, muitas vezes com uma habilidade incrível, mas não sabe o que está fazendo. Habilidade e competência para usar os softwares são muito bem-vindas, mas a principal responsável pelo sucesso dos projetos de design é a criatividade.

Hemisfério Direito do Cérebro

Hemisfério Direito do Cérebro - Criatividade

Descobriu-se que a criatividade tem muito a ver com o uso do hemisfério direito do cérebro.
Através do estudo do desenho podemos treinar o hemisfério direito do cérebro, tão abandonado pela educação tradicional. Na maioria dos seres humanos, cada hemisfério do cérebro funciona de modo dominante para determinados comportamentos.
O hemisfério esquerdo é o que mais usamos nas atividades do dia a dia e é o mais exercitado pelo tipo de educação que recebemos nas escolas.
Outras habilidades requerem, além do uso do hemisfério esquerdo, o uso do hemisfério direito, que trabalha mais nos assuntos relacionados a habilidades espaciais, reconhecimento de faces, visualização mental e, ainda, a música.
Desenho e música são as atividades que mais contribuem no desenvolvimento do hemisfério direito do cérebro humano.

Assim, podemos afirmar que, se o desenho é o fundamento de qualquer trabalho visual, aprender os fundamentos de desenho e exercitar o desenho de observação pode ser o melhor começo para a formação de um designer, seja gráfico, web, ou mesmo de outras especialidades.
Importante!
Não é necessário que o designer gráfico ou web seja um desenhista profissional. É a atividade de desenhar, em si, que desenvolve a área criativa do cérebro, não importando se o desenho ficou bonito ou feio.

Desenho Cego

É sabido que a crítica e a autocrítica são fatores de inibição do processo de criação e expressão. Proporemos então, algo incomum, como desenhar algum objeto sem olhar para a folha de papel.
Exercício
Escolha um objeto qualquer da sala. Pode ser uma cadeira, seu computador, o mouse ou o rosto de uma pessoa. Desenhe numa folha em branco, sem olhar para o papel nem para sua mão, fixando o olhar no objeto a ser desenhado. Faça com calma, utilizando todo o tempo que julgar necessário. Faça agora mesmo, só como experiência!

Desenho Cego - Criatividade

Óbvio que o resultado, muito provavelmente, será um desastre como desenho. Mas o que importa aqui é o exercício em si, chamado de desenho cego. É apenas uma das técnicas para ativar o hemisfério direito do cérebro.
O objetivo deste exercício é desenhar sem se preocupar com o resultado. Assim, não haverá medo da crítica alheia, e a autocrítica também será minimizada. Afinal, já que você não pode olhar o que está fazendo, ninguém (nem você) poderá cobrar qualquer resultado! Se achar divertido, poderá repetir esse exercício quantas vezes desejar.
Importante! Não precisa mostrar seu trabalho para ninguém. O "barato" aqui é curtir o ato de desenhar sem olhar.

Desenho e música são as atividades que mais contribuem no desenvolvimento do hemisfério direito do cérebro humano.
O Curso Básico de Web Design inclui o curso BAD - Básico de Arte e Design.

Espaço Negativo

Espaço positivo e espaço negativo - Criatividade

Já é sabido que a criatividade auxilia a percepção e que, felizmente, a recíproca é verdadeira.
Adiante, vamos propor mais um exercício para provocar o hemisfério direito do cérebro. A percepção de um objeto como forma só é possível se considerarmos a existência do espaço em sua volta. Na figura do vaso, desenhado com lápis preto, o vaso só existe porque também existe um espaço em volta dele; no caso, um espaço branco. Por outro lado, poderíamos desenhar o espaço em volta do vaso. Assim, veríamos um vaso branco (que na verdade não teria sido desenhado).

A conclusão é que a criação de um objeto como forma só é possível se concebermos o espaço a sua volta. Um não existe sem o outro!
Chamamos o espaço ocupado pelo objeto em si, de Espaço Positivo e o espaço em volta do objeto, de Espaço Negativo.

Exercício
O hemisfério esquerdo do cérebro cria uma grande resistência para analisar ou desenhar os espaços negativos, fazendo com que nos concentremos no objeto que tem significado (espaço positivo). Ao desenharmos o espaço negativo, o hemisfério esquerdo chega a provocar uma certa irritação ou impaciência. Quando insistimos em desenhar o espaço negativo, o hemisfério direito passa a controlar a ação. Portanto, é só uma questão de prática! Pratique: escolha um objeto qualquer e desenhe o espaço negativo (à sua volta), sem desenhar o contorno do objeto (veja o vaso branco do exemplo). Observe como o cérebro tenta resistir (persista!).

Errar é Humano

Imagine uma criança, querendo alcançar um doce de brigadeiro que está na estante.
Sua altura não é suficiente, mas, ... Eureka!

A criança percebe que, se subir sobre sua cadeirinha, poderá alcançar o brigadeiro.
Lá vai ela, arrastando a cadeira...

Como a criança ainda não sabia como resolver essa questão, ela, de fato, criou, concebendo a solução. O que ocorreu, é que a criança desenvolveu, dia a dia, sua percepção do ambiente. Quando teve a necessidade (para satisfazer o desejo pelo brigadeiro), ela desenvolveu uma solução criativa - aplicada, pois foi para atender a uma necessidade.

Imagine, agora, que a mamãe ou o papai "peguem" esse flagrante. Como, com razão, existe um risco de a criança cair - e se machucar - haverá uma crítica à atitude da criança e o fluxo criativo será interrompido. Se essa interrupção não for muito bem feita pelos pais (que devem explicar à criança o porquê do não), a criança poderá tornar-se um adulto com dificuldades criativas. Na verdade, uma pessoa com medo de errar.

E como criar sem errar?
Para checar se nossas criações funcionam, precisamos testar, e testes podem dar errado!
No Curso Básico de Web Design você praticará esse "errar para acertar".

Como ser Criativo?

Ideia - Criatividade

Permita-se fazer testes, mesmo sabendo que vários deles darão errado. Um deles dará certo e será a solução criativa. Portanto, não tenha medo de errar.

Ao submeter suas ideias a terceiros, você receberá muitas críticas (algumas muito duras = testes que deram errado). Comece a aceitar críticas sem levar para o lado pessoal. Acredite, elas ajudarão você a chegar à solução criativa.

Quebre as regras. Não apontar uma arma para a própria cabeça não é uma regra que deva ser quebrada. Mas muitas outras regras foram inventadas em épocas passadas, quando não se dispunha de tantas informações.
Pesquise, procure saber o porquê de cada regra.

Este exercício ajudará a quebrá-las:
Já ouviu falar que curiosidade mata? Pois é, é justamente ao contrário. A falta de curiosidade pode matar você, de fome! Curiosidade e criatividade andam lado a lado.
ARRISQUE!

Quando falamos em criatividade aplicada, as seguintes expectativas devem ser satisfeitas:

  1. originalidade da ideia e seu impacto;
  2. simplicidade, clareza e credibilidade da mensagem;
  3. destaque dado ao produto ou serviço.

O Processo Criativo - Roteiro da Criação

Em geral, seja para projetos gráficos ou de web, podemos estabelecer um roteiro (quase padrão) de criação:
Este roteiro é referência para os alunos do Curso Básico de Web Design.

Curso Básico de Word - Processo Criativo

1. Briefing

Processo Criativo - Briefing

É apresentado o problema, as limitações e o público-alvo da mensagem. Leia um trecho do artigo "O que é design briefing, afinal?", da mestranda em design management na London College of Communication em Londres, Ellen Kiss:
"O documento pode significar várias coisas incluindo um plano de projeto, um acordo ou um contrato, uma rota, um documento inspirador, um plano estratégico ou até mesmo um roteiro para aprovação do projeto. O mais importante não é o formato do briefing, mesmo porque não existe um formato único e correto. O mesmo pode depender de fatores variáveis como o tipo de projeto (design de embalagem, mobiliário, comunicação, etc.) ou da cultura da empresa e do cliente."

No entanto, um briefing deveria:

(1) Quais são os planos estratégicos da empresa, onde ela quer se posicionar, como ela pretende alcançá-los e como este projeto específico pode auxiliar nesta jornada).

2. Pesquisa

Processo Criativo - Pesquisa

Consiste em colher dados da empresa, do produto, do cliente, da concorrência, do público alvo, e das soluções da concorrência para que possam servir como referências.

Não basta fazer pesquisas no Google!
Se você estiver, por exemplo, produzindo um trabalho para uma companhia aérea algumas visitas a um aeroporto poderão enriquecer o seu cérebro com elementos que farão conexões importantes durante a próxima etapa, que é a incubação.
Portanto, nada de preguiça! Aliás, a preguiça é um dos maiores inimigos, talvez o maior, que um designer pode ter.

3. Incubação (ou Gestação Inconsciente)

Processo Criativo - Incubação

Período de descanso.
Você pára de trabalhar. Seu cérebro assimila os dados da pesquisa e começa a trabalhar - no inconsciente. Muita gente não sabe, mas aquelas ideias que surgem, repentinamente, nos lugares e horários mais estranhos, são produtos da mente subconsciente que trabalha sem que percebamos. Muitos conseguem se programar de modo a obterem resultados positivos (ideias) após uma noite de sono.

É simples: na véspera, elas alimentam o cérebro com informações (ainda não buscando soluções). Quanto mais informações, melhor (sobre a empresa, o problema, e dados correlatos).

De certo modo, já fazemos isso, mas, na maioria das vezes, sem consciência de que estamos, de fato, trabalhando e produzindo, mesmo quando não estamos pensando (conscientemente) no problema.
Esse processo só pode acontecer depois de muito trabalho de pesquisa, carregando o cérebro com muitas informações. A partir daí, a incubação ocorre durante o seu (merecido) descanso consciente.
Descanse mesmo! Principalmente quando chega aquele momento em que parece que nenhuma ideia surgirá. Esse período (de incubação) é necessário para que o nosso cérebro possa processar todos os dados com o qual o alimentamos.

4. Brainstorm

Em ambiente de total desinibição um grupo de pessoas externa o maior número possível de ideias, sejam as mais evidentes, sejam as mais absurdas. Como um jogo, onde se reúnem pessoas para gerar ideias (também pode ser praticado individualmente).

Processo Criativo - Brainstorm

Num ambiente descontraído e com local para anotações (um quadro branco, uma prancheta ou software), as pessoas começam a soltar ideias, seguindo algumas regras:

  • Deve ser criada uma atmosfera de total desinibição;
  • Um líder deve estimular o grupo, continuamente;
  • Qualquer ideia, seja a mais evidente, seja a mais absurda, deve ser anotada;
  • Deve-se almejar a maior quantidade de ideias possíveis;
  • Não são permitidas críticas, nada deve ser filtrado;

O objetivo final é gerar muitas ideias e depois escolher a que melhor resolve o problema. Quanto mais descontraído o ambiente, mais ideias criativas são produzidas. Durante o processo, uma ideia leva à outra e assim sucessivamente, até que, em geral, a solução saia de uma combinação de duas ou mais ideias (muitas vezes absurdas, a princípio). Organize um brainstorm de sucesso.

A Técnica "Brainstorm", originalmente batizada de "brainstorm session", é de autoria do Prof. Alex Osborn e compreende sete fases a saber:

  • Ordenação: definição do problema e objetivos do encontro;
  • Preparação: reunião dos dados pertinentes ao problema.
  • Análise: decomposição do problema em subproblemas e exame detalhado.
  • Ideação: geração das ideias em torno dos sub-problemas2.
  • Incubação: descanso para produzir novas associações subconscientes e superar possíveis frustrações.
  • Síntese: reunião das ideias em forma de soluções alternativas;
  • Avaliação: julgamento/escolha final de alternativas.

(2) É importante que todos participem e que não haja nenhuma crítica às ideias, pois o grupo poderia parar de produzir com receio das críticas.

5. Eureka!

Processo Criativo - Eureka!

Alguns dizem que não existe Eureka!
Na verdade, existe sim, mas depois de muito de trabalho. Eureka! é o momento do "estalo" (descoberta).

Quando alguns autores dizem "não existe Eureka!", querem desmitificar a ideia de que "do nada", sem nenhuma técnica (consciente ou não), determinadas pessoas teriam um "estalo", um momento divino, como se nascessem com um dom...

O "momento Eureka!" existe, porém, após muito trabalho, como descrito nessa proposta de Processo Criativo (vide itens de 1 a 4).

6. Produção

Processo Criativo - Produção

Mãos a obra. Já se sabe o que será feito.

7. Check-up

Processo Criativo - Check-up

Revisão: checar se o resultado soluciona o problema, conforme o briefing, e se atente às expectativas de criação.